domingo, 7 de dezembro de 2014

1º ENCONTRÃO REUNIU GERAÇÕES


Jénerson Alves
Primeiro Encontrão Presentia. Mais do que um simples evento, uma reunião de amigos, uma reflexão musical. Houve algo misticamente humano. Ou humanamente místico. 


A palavra ‘Presentia’ significa ‘Graça de Deus e Objetivo de Vida’. É interessante que, neste vernáculo, há a noção de que quem é alcançado pelo imerecido favor divinal tem, necessariamente, um novo posicionamento com relação à existência. 

Pois bem; o evento foi, exatamente, a encarnação desses propósitos. A espiritualidade ganhou um tom leve, mesmo com uma pegada mais pesada de rock.
Todo o evento foi minuciosamente programado; as atrações estavam com o tempo cronometrado rigorosamente. Tudo isso para, no final das contas, ser feito de improviso. Por mais que isso possa parecer desorganização, na realidade, revela que a Organização não estava sob a batuta de Paulo Nailson, mas do Espírito que vivifica. 

Lembram do versículo 8 do capítulo 55 de Isaías? “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor”. Pois é. A Palavra é verdadeira. 

Logo de início, foi providenciado um momento de convivência entre a plateia, em uma área específica do Teatro João Lyra Filho. Bastava uma rápida passagem pelo ambiente para receber que não faltavam histórias. Situações atípicas, bons momentos vivenciados em períodos ministeriais.

A partilha dessas narrações envolveu as gerações mais experientes com os jovens. O espaço serviu para reencontros entre pessoas que não se viam há anos, mas também para que novas amizades iniciassem.



Quando o programa iniciou (com pouco mais de uma hora de atraso), as boas-vindas foram proferidas por Ana Paula e Geremias. 

Em seguida, o músico Joanatan Richard testificou um pouco de sua trajetória com a banda The Bluz, que tem um projeto pioneiro e sofreu entreveros por causa da característica cristã, com uma linguagem de fácil compreensão. 

“A proposta era botar o dedo direto na ferida”, declarou, lembrando que o grupo teve maior aceitação no ambiente secular do que no religioso, chegando a tocar ao lado de bandas de Black metal. Em seguida, ele interpretou a canção tema do filme ‘Easy Rider – Sem destino’ (1969). 
As surpresas começaram desde então, pois durante a interpretação, houve a triunfante entrada de Adiel Ferreira e Lindenberg Roseno de moto, no teatro, o que provocou vibrações e aplausos da plateia.

Ainda executando a música, Richard chamou Lindenberg para o palco, onde dividiram o microfone e concluíram a música. Em seguida, Joanatan deu seu depoimento sobre Janires cantando um trecho de Salas de Jantar.

Esse momento foi seguido de um bate-papo descontraído, no qual foram rememorados detalhes dos bastidores das bandas, bem como das dificuldades que enfrentavam para exercer o ministério. 

A banda Estação 7 depois entrou no palco e prestou homenagem a Rebanhão, entoando músicas que marcaram época, que foram "Não Julgueis" e "Princípios". 

Um dos convidados, Wayne Moura, comentou sobre Mocidade para Cristo, Rebanhão e Janires. Depois, terminando sua participação, a Estação 7 cantou "Primeiro Amor". 

Os integrantes do grupo detalharam que, embora não conhecessem amiúde, o contato com a obra de Rebanhão os fez mudar de postura, devido ao caráter provocador das melodias.

Posteriormente, os integrantes da Banda Nabhi tiveram a palavra. 

Josemar Nascimento (Tiba) destacou que a linguagem do grupo era diferenciada, por tratar da vivência dos jovens. 

Os trabalhos realizados embaixo da Prefeitura, aos sábados – das 22h às 0h – caracterizavam o papel do cristão enquanto no mundo, inserindo-se no contexto social de maneira a transformá-lo.

Neste momento entre as várias lembranças Josemar cantou Pescador (Vencedores Por Cristo / Sérgio Pimenta) e junto com Lindenberg "Por falar de Paz", que foi gravada pela Banda Desafio's. 

Nabhi executou do Rebanhão "Novo Dia" e "Pastor da Minha Alma".

Sem dúvida, um dos momentos mais marcantes foi a interpretação da música ‘Casinha’, 

considerada um dos clássicos de Rebanhão, que fora gravada nos anos 70, no álbum ‘Mais doce que o mel’. 

O diferencial é que a canção foi acompanhada pela Banda de Pífanos Zé do Estado – a qual conta com 80 anos de história e é uma das mais autênticas representantes da cultura caruaruense. 


Ana Paula voltou ao palco para os agradecimentos finais dessa vez ao lado de Marcya Andrade. 

Adiel Ferreira salientou que a missão de proclamar o Evangelho, da forma específica que a banda Desafio's fazia, foi dada por Jesus. 

“A missão foi dada, não sei se foi cumprida. 

O que sei é que temos de passar o bastão para as outras gerações, pois essa mensagem não pode parar”, comentou, emocionado.

Após essa fala, Paulo Nailson convidou os artistas que participaram daquele movimento ao palco. 


Nesse ínterim, o pastor Omar Wanderley fez uma oração, agradecendo a Deus pela vida desses grupos e pelo evento, bem como relembrou os problemas e as dificuldades enfrentadas por eles ao longo da história. 

Por fim, foi interpretada a música ‘Baião’, com os artistas dividindo instrumentos e vozes, em um verdadeiro momento de comunhão. 
Sem manifestações ‘sobrenaturais’, o Eterno se fez presente no coração do povo, cuja seiva misturou-se ao sangue dos participantes. 





Assim como foi com o profeta Elias, o Espírito estava na brisa. Esta brisa não cessa, mas permanece em um constante movimento, bailando esperança e reavivando a fé.



Há 14 anos em atividade, a Presentia hoje se consolida entre os principais veículos de comunicação da fé cristã na região. Começando em 2000 como publicação impressa e desde 2007 na internet, conseguiu ser referência no meio evangélico e secular com conteúdo jornalístico e formativo, ajudando a divulgar igrejas e ministérios para o mundo todo.

Lindenberg, Paulo Nailson e Adiel
formataram todo programa
A partir deste ano pretendemos dar uma contribuição a mais à Igreja com o Encontrão, evento de edificação e evangelismo. O 1º ENCONTRÃO foi basicamente musical e homenageará grupos que tenham de fato deixado sua contribuição histórica no campo do evangelismo através da arte. O primeiro de âmbito nacional, Rebanhão e os demais local: Nabhi, Desafios e Gênesis.

Houve neste primeiro, várias surpresas, entre elas a banda que abriu o evento, pois a mesma só foi revelada na hora do show, também algumas participações especiais de artistas renomados que são nomes expressivos no meio cultural.

A palavra pastoral
será de Murilo Corrêa
Uma equipe trabalhou arduamente e voluntariamente para que o mesmo acontecesse, todos homens e mulheres de Deus, com a mesma visão de no presente ser gratos à Deus pelo passado e desafiar um futuro melhor para Sua IgrejaMarcya Andrade, Ana Paula Martins e Kildare, na infra-estrutura e logística; Jénerson Alves, Ed Melo e Geremias Ferrati na divulgação e mobilização e Adiel, Lindenberg e Paulo Nailson metodologia e sistematização. O pastor Murilo Corrêa, da 4ª IEC Vale da Bênção Jardim Panorama, que tem ministério reconhecido com juventude, vai trazer o recado para os presentes.

INTERCESSÃO - Durante os dez dias que antecederam o evento todos foram mobilizados através de um calendário diário de oração, com motivos específicos para cada dia. Confira aqui.

É impossível contar essa história sem
deixar de reconhecer a importância e
os frutos da MPC (Mocidade Para Cristo).
Primeiro através do Pr. Carlos Alberto
(Mineiro, fruto do trabalho da MPC
que veio atuar na 3ª IP Av. Rio de
Janeiro. Depois Na implantação
da missão na cidade, o que aproximou
cada vez mais a relação entre grupos
neste segmento e
treinamentos, eventos e ações voltados
exclusivamente no alcance de
jovens e adolescentes..
A proposta: Edificação dos presentes e testemunho da ação de Deus na história; Desafiar novos desbravadores da fé em ambientes diferentes do convencional e possibilitar reunir amigos e irmãos em Cristo que no passado tiveram convivência ativa e que hoje estejam afastados de convívio; Identificar e Despertar novas gerações de jovens artistas no compromisso de alcançar a geração atual com sua arte.
Enfim, um resgate histórico do mover de Deus através da música nas décadas passadas, através de manifestações artísticas, alcançando basicamente cristãos que vivenciaram esta época e vão reviver estas experiências, além de compartilhar com a geração atual estes feitos.

DEPOIMENTOS

Estamos recebendo depoimentos de irmãos e amigos queridos que viveram a época que o Encontrão vai retratar, estaremos publicando neste espaço. 

Somos gratos a Deus por Ele, por sua Misericórdia e Graça, ter usado esta geração para cumprir um determinado propósito naquela época, quero registrar também que tenho conhecimento de que, no meu entendimento, essa geração do passado, permanece (em sua grande maioria) atuando ainda como vanguarda nos dias de hoje, em campos mais avançados e firmes no Senhor.

Se você foi ou é parte desta história ou quer nos mandar algum depoimento envie para presentia@ibest.com.br

Tati
"É surpreendente, porque nunca imaginei viver o passado, e história sempre é bom. 
Esse momento é importante até para entendermos o que, nós jovens, somos hoje, porque tudo evolui, inclusive as preferências musicais, por exemplo.
Acredito que os jovens daquela época tinha comportamentos e vícios bastante diferentes dos jovens da época atual, mas o incrível de tudo isso é que, mesmo com essas diferenças, a distração e diversão é a mesma, a sensação é igual, o que muda é apenas valores e costumes. 
E esse momento fica ainda mais interessante quando é o seu pai um dos “autores” dessa história.

Tatiana Galdino
filha de Jobson contra-baixo da Banda Nabhi

Jeff Muner
"Lembro que cheguei no início da década de 90 pelas bandas de Caruaru, não demorou muito pra cruzar em meu caminho “o Caminho” do qual venho trilhando, escorregando e por muitas vezes louco pra correr... Porém aprendi as duras penas e com muita paciência com este “diabo loiro do agreste” que a comunhão e coletivo são mais belos que as realizações personalistas por muitas vezes meramente vaidades. 
Agora veja bem se pode isso o primeiro livro que o caboclo larga na mão desta mente já por natureza Divina perturbada “O livro vermelho dos cristãos“, é, só podia dar em revolução, insurgência ou seja nada mais nada menos que seguir os passos de Cristo, que aliás era de Esquerda ferrenho.
Participar, comungar ser forjado nas ações e eventos da MPC/YFC, foi libertador quase um nascer pela terceira vez mas desta forma nascer de vez e sem remendo nascido por inteiro. Nos Sábados do Alto da Banana na congregação que ricamente era lembrada nos números de sua Igreja Preceptora (da qual eu mesmo fazia parte porém nunca fui instigado a conhece-la) mas levado a conviver com a realidade de crianças de outro mundo (frutos do trabalho do Projeto Amar), outros anseios, outros sorrisos, muitos chorar...
Como esquecer do Zé, mas que Zé? Zé Krentinho, a vóz potente de Lindenberg e o depoimento de Bartô, acampamentos da juventude, Som do Céu, clubinhos e Clubão de mais da conta... Certamente se há culpados ou virtudes no que sou hoje devo praticamente tudo a Caruaru e aos anos 90 que por anos me orgulharam de ser Cristão."
Jefferson Munner - Sapucaia do Sul (RS)
José Roseno

"Muito bom um evento como esse.
Quando se conhece a história se conhece a própria história".
José Roseno
pastor Bacharel em Teologia e Formado em História, que viveu desde a década de 80, todo processo, acompanhando tanto o Nabhi como o Desafios e também colaborando com a MPC e posteriormente na Presentia.
Eduardo


"Sem dúvida alguma, a influência desta nova tendência, deste modismo floreado e festivo, rechedo de oba obas, colocou os novos jovens em uma zona de conforto onde o comprometimento cristão nada mais é do que participar das chamadas 'marchas evangélicas'. Em nossa época, evangelizar significava botar a cara para bater.
Nos envolvíamos com mais responsabilidade e seriedade nos eventos evangélicos.
Outra coisa, a algum tempo, cobrava-mos de você um evento como este. Você me disse que todo mundo pedia e que muitos podiam fazê-lo mas ninguém fez nada. Até Ana (esposa) cobrou e está te apoiando neste desafio. Sabe o que acontece Paulinho, por mais que alguém seja capacitado, ninguém faria do seu jeito, ninguém faria de forma tão especial.
O fato é que você nāo tem ideia da dimensão da gentileza, do afago, da massagem no ego, do zelo por nossa memória da fé.
Você proporciona a cada um de nós dinossauros do evangelismo Caruaruense a possibilidade do reencontro com figuras como o Luciano, Lindemberg, Adiel, pastor Roseno, ler palavras do sempre Jefferson Muner, falar de pessoas como o Bambam que já não está entre nós e também o Jean que foi seu parceiro na percussão. Eu espero sinceramente que todo ano ou pelo menos de 5 em 5 anos, você tenha a motivação necessária para organizar outras versões deste evento.
Você como eu, é uma pessoa polêmica e sofre com as críticas as vezes maldosas. Mas nós te conhecemos e te aceitamos com suas falhas e vIrtudes meu amigo.
Deus abençoe ricamente a você e a toda a equipe que se desdobra para que este evento aconteça."

Carlos Eduardo
Músico com atuação em diversos grupos entre eles Cantares da Presbiteriana.

"Participei com o Gênesis em algumas ocasiões e com a Banda Desafios foi uma gravação em estúdio, não lembro bem, mas além de ter uma amizade grande, e sempre trocar ideias com o saudoso Bambam, havia aquele espírito de companheirismo. 
Joãozinho
Eu tinha e tenho uma Admiração e respeito por Lindenberg também. 
Mas foi no Luz e Sal, banda em que estive por bastante tempo, que eu me identifiquei, e participei de vários eventos de grande proporções. Como Festival Internacional de Cultura, Cantinho da Paz, show gospel no Campo do Central da Polícia Rodoviária Federal, em que vários cantores do meio gospel nacional se apresentaram. 
Também um evento muito marcante, que coincidentemente foi com um dos homenageados pelo encontrão, Carlinhos Felix, ex-Rebanhão. O mesmo ao se apresentar no Teatro Difusora, pediu para que o Luz e Sal o acompanhasse. Foi um tempo muito significativo e gratificante em minha vida, e a iniciativa de trazer um pouco disso de volta é maravilhosa. Parabéns a todos, e que venham outros!
Davi
João Filho

"Foi um aprendizado muito grande para mim. 
Eu tinha apenas de 10 anos, e comecei a conviver com uma turma 12 anos mais velha que eu. 
Então minha rotina de criança foi toda modificada e adaptada a rotina de jovem.
E o que sinto falta em particular era pelo fato de morar com 2 integrantes da banda Gênesis, então respirávamos as musicas que iriam ser tocadas, o dia todo."
Davi Ricelly
Vinícius

"Minha mãe me contou que meu pai era guitarrista de uma banda muito legal chamada "Banda Gênesis", mas que a banda não está mais na ativa! Ela me contou que o papai tocava em várias igrejas com a banda, mas também tocava em eventos grandes como o "Cantinho da Paz" em Campina Grande...e que fazia o maior sucesso hehehe. 
Eles até ganharam prêmio uma vez no DEMEC que era um congresso para jovens congregacionais; lá acontecia um concurso de música chamado COMUSI, e a banda do meu pai sempre ganha algum dos três primeiros lugares! Então estou muito feliz porque meu pai vai tocar de novo com a Banda e assim eu vou poder ver um pedacinho, ao vivo, de todas essas historinhas que minha mamãe me conta sobre meu papai."
Luiz Vinícius
2 meses, filho de Marcelo Máximo
Guitarrista da Banda Gênesis

Joanatan
"Lembro na metade dos anos 90, ávido por rock cristão, então pude comparecer algumas vezes a apresentações do Desafios, naquela etapa da minha caminhada foi muito importante encontrar trabalhos que fizessem conexão com o Rock que tanto fazia parte do meu contexto cultural, musical, até por eu ser guitarrista!
Quanto ao Rebanhão, que será homenageado no evento, posso dizer que especialmente na fase Janires Magalhães, sou super fã, pois foram de grande influência e identificação com minha forma de compor, juntamente com alguns outros nomes cristãos que considero top, entre eles, Pe. Zezinho.
Sem dúvida um evento que pode ser considerado um marco histórico não só no contexto cristão, mas cultural de nossa região!"
Joanatan Richard
Calvino
Band lead do The Bluz

"A banda desafio foi um marco nas igrejas evangélicas em São Bento do Una nos anos 90 quando participaram de um trabalho evangelístico num colégio da cidade. ´
Quando cantaram Vencendo vem Jesus todos ficaram profundamente emocionados. 
Aqueles foram bons tempos."

Calvino Rocha
Iª Igreja Presbiteriana de Campina Grande (PB).
Daniel

"Desde que eu me entendo como gente, sempre percebi uma certa genialidade musical em meu pai. 
Os anos passaram e minha teoria estava certa, por isso e por outras coisas. 
Eu sinto orgulho de ser filho dele. 
Ele é um exemplo a ser seguido por jovens músicos como eu, e é uma honra ter um professor de contra-baixo como ele. 
após alguns anos meu orgulho se transformou em uma incomensurável vontade de continuar o seu legado."
Daniel Silva
contra-baixista filho de Júnior (contra-baixo do Gênesis)


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Veja aqui como foi o evento.

Relatório Financeiro:
Entradas (ofertas) Cidiz Espaço Caruaru................R$ 300,00
                              Atacarejo dos Tecidos...............R$ 300,00
                              Drum's Escola de Bateria..........R$   50,00
                              EVS Marcelo ............................R$ 100,00
                                                                    Total    R$ 750,00

Saídas (despesas) Aluguel do Teatro João Lyra.....R$ 300,00
                             Iluminação ................................R$ 100,00
                             Som ..........................................R$ 200,00
                             Cartazes ...................................R$    75,00
                             Extras ...................................... R$  153,00*
                                                                   Total    R$  828,00

*Obs.: fita adesiva, cartolina. No dia do evento: mototaxi e recarga de celular, 04 almoços e refrigerante, 01 pacote de água mineral e lanche. o Excedente foi coberto por Presentia. 

2 comentários:

  1. Meu pai sempre tocou mais vim descobrir que ele tocava bem esse ano que foi quando tentei aprender.mais não deu muito certo porque n tenho dom feito ele

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  2. A algum tempo, cobrava-mos de vc um evento como este. Por telefone vc me disse que todo mundo pedia e que muitos podiam faze-lo mas ninguém fez nada. Até Ana cobrou e está te apoiando neste desafio.
    Sabe o que acontece Paulinho, por mais que alguém seja cacitado, ninguém faria do seu jeito, ninguém faria de forma tão especial.
    O fato é que vc nāo tem ideia da dimensão da gentileza, do afago, da massagem no ego, do zelo por nossa memória da fé.
    Vc proporciona a cada um de nós dinossauros do evangelismo Caruaruense a possibilidade do reencontro com figuras como o Luciano, Lindemberg, Adiel, Roseno, ler palavras do sempre mafro Jefferson Muner, falar de pessoas como o Bambam que já não está entre nós e também o Jean que foi seu parceiro na percussão. Eu espero sinceramente que todo ano ou pelo menos de 5 em 5 anos, vc tenha a motivação necessária para organizar outras versões deste evento.
    Você como eu, é uma pessoa polêmica e sofre com as críticas as vezes maldosas. Mas nós te conhecemos e te aceitamos com suas falhas e vIrtudes meu amigo.
    Deus abençoe ricamente a vc e a toda a equipe que se desdobra para que este evento aconteça.

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