sábado, 27 de maio de 2017

22º Mutirão Mundial de Oração: aprendendo a orar pelas crianças e com elas


Por Elsie Gilbert

Rejane e Alexandre Oliveira de Carapicuíba (SP) se preparam para levar 800 crianças a interceder umas pelas outras e por outras crianças espalhadas pelo mundo. Os preparativos envolvem uma intensa agenda de programação que inclui alimentação, recreação e muitos momentos de louvor e oração. Enquanto isso, o pastor João Bosco Caldeira, em Santarém (PA), quer mobilizar todas as Assembleias de Deus no seu raio de influência para se juntarem ao Mutirão de Oração pelas Crianças Socialmente Vulneráveis. Ao mesmo tempo, a Júnia Lemos, da BEM, Bem Estar do Menor, localizada em Sabinópolis (MG) se organiza para ajudar as crianças a trocar pedidos de oração com outro projeto em outro canto do país. E ainda, o pessoal de Renas-Rio, sob a liderança da pastora Jovani Nascimento, pretende mobilizar pelo menos 100 igrejas a lembrarem das crianças e adolescentes que mais sofrem ao redor do mundo, inclusive, aquelas que estão bem perto de nós.

É o entusiasmo de pessoas dedicadas à causa das crianças e dos adolescentes em situações difíceis que empulsiona a vigésima segunda edição do Mutirão Mundial de Oração pelas Crianças Socialmente Vulneráveis. O mutirão acontecerá no primeiro fim de semana de junho, dias 2, 3 e 4. Ele conta com a participação de todas as organizações parceiras da Rede Mãos Dadas além de algumas redes associadas como Renas e a Aliança Evangélica. 

A Rede Mãos Dadas, responsável pela realização do mutirão no Brasil, desafia cristãos brasileiros de todas as idades a aprofundar suas experiências de oração. Os discípulos de Jesus já oravam e tinham até uma prática extensa de oração quando pediram ao Mestre: “Ensina-nos a orar”. Não se tratava de ensinar, por exemplo, uma criança a andar de bicicleta, mas talvez o que eles queriam era ir além, como um atleta que se prepara para uma competição no ciclismo deseja aprender de um campeão! 

E Jesus os atendeu! 

São muitas as demandas que afligem os que batalham no Reino em favor das crianças. São muitas as mazelas da sociedade que podem oprimir e até fazer calar o riso natural e o brilho nos olhos de uma criança. Será que existe um jeito melhor de orar por elas? Aqui estão algumas dicas: 

• Ore por elas, mas ore também com elas. A oração do justo pode muito em seus efeitos, lembra Cleisse Andrade em seu artigo “Algumas Histórias de Oração”. As crianças podem estar incluídas na categoria de “justo”?

• Inclua louvor e adoração em suas orações porque fazendo isto você estará mais apto a se alinhar com Deus em todos os seus propósitos, que com certeza incluem as crianças ao seu redor e as crianças do mundo. O missionário James B. Gilbert preparou um estudo bíblico sobre este tema, disponível aqui.

• Use o Pai Nosso não só para ensinar as crianças a ampliar suas experiências na oração, mas também como um recurso específico de intercessão. Quando intercedemos por alguém, pedimos apenas aquilo que esperamos receber de acordo com o que cremos ser possível. Hoje, nossa expectativa em relação ao que Deus pode fazer está muito baixa! Aprenda com o Pai Nosso a elevar suas expectativas ao nível das de Jesus. Realize uma Dinâmica de Oração para Crianças contida no Guia do Mutirão Mundial de Oração, disponível aqui.

Enfim, descubra o verdadeiro sentido da oração ensinada por Jesus: a preocupação com a situação precária das crianças no mundo hoje nasceu no coração de Deus primeiro. Você se preocupa com elas? Deus já se preocupa com elas muito antes e muito mais! O poder da oração está justamente no fato de que ao orarmos nós nos alinhamos com a vontade divina que é boa e perfeita, não admite violência, abandono, negligência ou crueldade. Estamos do lado certo da batalha. Mas se não mantivermos alinhamento com Deus, nos comportaremos de forma desordenada, desfocada e ineficaz.

“Senhor, ensina-nos a orar não só com a mente, mas também com a nossa vontade e com o nosso coração!”

ultimato

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Arqueólogos revelam detalhes sobre a batalha que destruiu o Segundo Templo

Israel comemora esta semana os 50 anos desde sua reunificação. Enquanto as Nações Unidas tentam negar o vínculo histórico do Estado judeu com sua capital, novas evidências arqueológicas são reveladas, agora pela Autoridade de Antiguidades de Israel e pela Autoridade de Natureza e Parques sobre a batalha ocorrida na cidade há 2.000 anos.
Na rua principal, que levava dos portões da cidade e do Tanque de Siloé até o Templo, foram encontradas pontas de flechas e bolas de pedra. Esses artefatos ajudam a detalhar como ocorreu a última batalha entre o exército romano e os rebeldes judeus, que mantinham barricadas dentro da cidade.
As escavações, realizadas nos últimos anos graças ao financiamento da Sociedade Cidade de Davi, mostram um pouco como foi o confronto que resultou na destruição de Jerusalém. Ela ecoa a descrição do historiador Flávio Josefo, um judeu romano que registrou o que testemunhou quando a cidade e o Templo foram totalmente destruídos no ano 70 d.C.
Segundo os diretores da escavação, Nahshon Szanton e Moran Hagbi, “as descrições de Josefo sobre a batalha na cidade baixa foram comprovadas pela primeira vez ‘de forma clara e assustadora’”. Por exemplo, bolas de pedra iguais às encontradas agora, eram lançadas por catapultas contra Jerusalém durante o cerco romano.
Já as pontas das flechas usadas pelos rebeldes judeus nas batalhas contra os legionários romanos, se encaixam perfeitamente nos relatos escritos por Josefo dois milênios atrás.
Uma parte dessa grande rua, medindo cerca de 100 metros de comprimento por 7,5 metros de largura, foi exposta pelas novas escavações. Ele é pavimentada com grandes lajes de pedra conforme o costume das grandes construções em todo o Império Romano.
O material divulgado pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) dá conta que, até agora, essas escavações arqueológicas reforçam o entendimento de que Herodes, o Grande não foi o único responsável pelos grandes projetos de construção de Jerusalém no final do período do Segundo Templo.
A IAA explica que suas pesquisas recentes revelaram que a rua foi construída após o reinado de Herodes, apoiada pelos procuradores romanos de Jerusalém, possivelmente ainda durante o mandato do governador romano Pôncio Pilatos, o mesmo que condenou Jesus à morte na cruz.
Szanton e Hagbi declararam que “Esta conclusão lança uma nova luz sobre a história de Jerusalém no final do período do Segundo Templo, e reforça o reconhecimento da importância da autoridade dos procuradores romanos na formação de Jerusalém”.
“Dois mil anos após a destruição de Jerusalém e 50 anos após sua libertação, voltamos às cisternas de água, ao mercado e à praça da cidade que estavam aqui na véspera da sua destruição”, sublinham.
O Dr. Yuval Baruch, arqueólogo Autoridade de Antiguidades de Israel responsável pelas escavações em Jerusalém, disse que eles continuarão recuperando essa rua pelos próximos cinco anos.
“Na verdade, podemos dizer que essas escavações de agora na Cidade de Davi, são uma continuação natural das escavações arqueológicas anteriores realizadas neste local, iniciadas no passado por especialistas europeus e americanos. Uns quatro anos atrás as escavações arqueológicas foram renovadas ao longo da rua, visando expor a totalidade de seu comprimento e largura. Quando as escavações terminarem, o que restou da rua será preservado e poderá servir como local turístico, recebendo dezenas de milhares de visitantes para andarem sobre ela”, encerrou. 
Com informações Christian Today

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Preto no Branco é a primeira banda evangélica a alcançar 100 milhões de acessos no YouTube

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Que a canção “Ninguém Explica Deus” foi e continua sendo um grande sucesso da música cristã, isso todo mundo sabe. Mas, a música acaba de atingir um novo patamar na mídia brasileira. O vídeo do Preto no Branco, que contou com a participação da cantora Gabriela Rocha, é o primeiro a atingir 100 milhões de visualizações no YouTube.


Este é um marco histórico, pois pela primeira vez uma canção cristã chega a essa expressão. No ano passado, “Ninguém Explica Deus” chegou a ser o segundo clipe brasileiro mais assistido somando cerca de 60 milhões de acessos. E voltando um pouco mais, o hit foi o mais executado nas rádios em 2015.

A música foi escrita por Clóvis Pinho e lançada no primeiro disco do projeto “Preto no Branco”, que contou com o autor, Juninho Black, Weslei Santos como cantores fixos, além das participações de Eli Soares, Israel Salazar, Gabriela Rocha, Ian Alone e Salomão do Reggae.

Celebração

“Deus é maravilhoso em todo tempo! Mais importante do que todos esses números é saber o que esse alcance gera”, diz a publicação na Fanpage do grupo musical. “Não são apenas 100 milhões de visualizações. São 100 milhões de corações! Que a mensagem dAquele que é a fonte da vida continue se espalhando pelos quatro cantos!”.

Já o autor da canção ressalta: “Foi a primeira música que eu compus desse jeito. Geralmente, me vem a melodia e eu vou colocando a letra, mas dessa vez me veio o nome da música e eu comecei a perseguir a alma dela”, contou em entrevista ao Portal Guiame.

FolhaGospel

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Milhares de pessoas celebram os 500 anos da Reforma Protestante na cidade natal de Lutero


As comemorações oficiais dos 500 anos da Reforma Protestante tiveram no início no último domingo, na antiga cidade natal de Martinho Lutero, Wittenberg, na Saxônia-Anhalt, Alemanha.

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Cerca de 4.000 pessoas participaram de um culto na praça da cidade, que apresenta estátuas de Lutero e seu companheiro reformador, Philipp Melanchthon, que também viveu e trabalhou na cidade.

O culto incluiu uma participação do presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, que disse que a Reforma influenciou toda a história, cultura e estilo de vida da Alemanha durante séculos e ainda o faz hoje. Ele disse que uma de suas lições é que os seres humanos poderiam "vencer a intolerância e a violência, que é cometida em nome da religião".

O presidente da Igreja Luterana Evangélica na Alemanha (EKD), Heinrich Bedford-Strohm, disse que queria que as pessoas fossem inspiradas pela mensagem da Reforma e que era seu sonho e sua esperança de que os céticos encontrassem a fé depois da série de eventos, chamada "Verão da Reforma".

Também foi lançada neste final de semana, na estação ferroviária da cidade, a exposição itinerante sobre a vida de Lutero, que vai começar uma turnê por toda a Europa - incluindo o Reino Unido - durante os próximos meses. Na ocasião, um culto de oração contou com a participação de cerca de 250 pessoas, sendo ministrado pela bispa Ilse Junkermann, na sua inauguração.

Como a cidade é fortemente associada à história de Martinho Lutero, onde o reformador formulou sua teologia revolucionária da graça e pregou suas 95 teses na porta da Igreja do Castelo, Wittenberg está no coração das celebrações do aniversário da Reforma Portestante e está se preparando para uma incursão turística importante durante os próximos poucos meses (até outubro). A Igreja Luterana Evangélica da Alemanha preparou uma grande exposição em torno da pequena cidade com sete zonas com 80 expositores sobre temas como a Igreja, a sociedade e a política. O objetivo é mostrar como o legado de Lutero está impactando o mundo e a Igreja ainda hoje.

As festividades também contarão com eventos neste próximo fim de semana como parte do 'Kirchentag', o evento bi-anual organizado pela EKD que atrai dezenas de milhares de participantes de todas as denominações e em todo o mundo. Este ano, Berlim vai sediar a maioria dos eventos, tendo Wittenberg como um local adicional.

Assim como as duas grandes igrejas associadas a Lutero - a Igreja do Castelo e a Stadtkirche, onde ele pregou - a cidade também abriga a maior exposição permanente de Lutero, na antiga casa do reformador. A "Luther House" também apresenta uma nova exposição que reúne objetos e insights especialmente para o 500º aniversário da Reforma, "95 tesouros - 95 pessoas". As casas de Philipp Melanchthon e Lucas Cranach, o artista responsável pelas imagens icônicas de Lutero, também podem ser visitadas.

Fonte: Guia-me

Começa hoje, Conferência 2017 500 anos Reforma Protestante

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