quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Em meio à guerra de facções, PCC apela para Deus

Após uma sequência de rebeliões em penitenciárias do Norte e do Nordeste, a facção Primeiro Comando da Capital (PCC) chama atenção por dizer que tem algum tipo de proteção divina.
Um vídeo gravado por detentos na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, Rio Grande do Norte, mostra uma reunião do PCC. O material foi gravado após o massacre que deixou 26 mortos no último sábado.
Durante o encontro de dezenas de presos no pátio, um detento faz um discurso parabenizando os demais pelas mortes. Comemora o fato de mesmo o PCC estando em minoria, conseguiram dominar dois pavilhões do presídio. Explica ainda que só não “pegaram outro (pavilhão) porque acabou a munição dos nossos irmãos”.
O líder do grupo, que não foi identificado, surpreende ao usar várias vezes o nome de Deus durante sua fala. “Chegou até mim que já foram 33 mortos do Sindicato [facção rival filiada ao Comando Vermelho] e, graças a Deus, não perdemos nenhum dos nossos irmãos”, afirma.

No final do vídeo, um detento puxa o coro de uma série de gritos de guerra: “Fé em Deus que ele é justo”, “Um por todos. Todos por um” e parte do versículo de Romanos 8:31 “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”.
Em outro vídeo filmado em condições similares, divulgado em meados do ano passado, os membros da facção aparecem repetindo essas mesmas frases, indicando que isso se tornou uma espécie de lema do grupo.
Não há explicação do motivo da organização criminosa fazer menções religiosas nem porque pedem por “paz e justiça”, sendo que suas práticas são o exato oposto disso.
O Primeiro Comando surgiu em São Paulo na década de 1990 e hoje está presente em todo o país. Estima-se que possua cerca de 10.000 membros em cadeias e presídios em todas as Unidades da Federação.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

44% dos evangélicos são ex-católicos

Três em cada dez (29%) brasileiros com 16 anos ou mais atualmente são evangélicos, dividindo-se entre aqueles que podem ser classificados como evangélicos pentecostais (22%), em maior número e frequentadores de igrejas como Assembleia de Deus, Universal do Reino de Deus, Congregação Cristã e Quadrangular do Reino de Deus, e 7%, como evangélicos não pentecostais, pertencentes a igrejas como Batista, Presbiteriana e Metodista, entre outras. Esse segmento evangélico fica abaixo do formado por católicos (50%), e ainda há 14% sem religião, 2% de espíritas, kardecistas e espiritualistas, 1% de umbandistas, 1% de praticantes do candomblé, 1% de ateus e 2% de outras religiões. Desde a década de 90, quando o Datafolha iniciou sua série histórica de consultas sobre o tema, esse quadro tem se alterado, com a diminuição na diferença dos índices de católicos e evangélicos e, mais recentemente, o aumento no número de brasileiros sem religião.
Em agosto de 1994, quatro em cada dez (75%) dos brasileiros com 16 anos ou mais eram católicos, 10%, evangélicos pentecostais, 4%, evangélicos não pentecostais, outros 4%, espíritas, e 5%, sem religião. Passados pouco mais de dez anos, em outubro de 2005, a parcela de católicos havia diminuído para 66%, e a de evangélicos pentecostais, crescido para 14%. Além disso, os não pentecostais eram 7%, os espíritas, 3%, e os sem religião, 7%. Em julho de 2015, os católicos representavam 55% da população adulta brasileira, e os evangélicos pentecostais, 22%. Os evangélicos não pentecostais somavam 8%, os espíritas, 3%, e os sem religião, 7%. A comparação dessa evolução com o quadro atual mostra uma continuidade na queda no percentual de católicos,porém, desta vez, com uma migração mais intensa para os declarantes de sem religião, grupo que dobrou sua representatividade na população (neste segmento, 33% têm entre 16 e 24 anos).
Os evangélicos, considerando pentecostais e não pentecostais, tem idade média de 37 anos, ante 40 dos brasileiros. Uma parcela de 34% tem escolaridade fundamental (entre os brasileiros, 35%), e 51% estudaram até o ensino médio (ante 45% entre os brasileiros), o que faz com que uma parcela menor deles (de 15%) tenha chegado ao ensino superior (na população brasileira, 20%). Metade (49%) dos evangélicos estão na região Sudeste (ante 43% da população), 23%, no Nordeste (na população, 27%), 10%, no Norte (ante 8% dos brasileiros), 9%, no Sul (ante 15% dos brasileiros) e outros 9%, na região Centro Oeste (no Brasil, 8%).
A parcela com renda familiar mensal de até 2 salários mínimos representa 53% dos evangélicos, ante 49% entre os brasileiros. Uma fatia de 33% tem renda entre 2 e 5 salários (no Brasil, 36%), e 9% obtém mais do que 5 salários (na população são 10%).
Dos que se declaram evangélicos, 34% pertencem atualmente à Assembleia de Deus, e num patamar abaixo aparecem, na sequência, Igreja Batista (11%), Universal do Reino de Deus (8%), Congregação Cristã no Brasil (6%), Quadrangular (5%), Deus é Amor (3%), Adventista (3%), Presbiteriana (2%), Internacional da Graça de Deus (2%), Mundial do Poder de Deus (2%), entre outras menos citadas.
Cerca de metade (48%) dos evangélicos não teve outra religião ao longo da vida, e 44% deles já foram católicos. Há também aqueles que já foram de outras denominações evangélicas, pentecostais (1%) ou não pentecostais (4%), e os que já foram espíritas (2%), umbandistas (1%), e praticantes do candomblé (1%), entre outras menos citadas. Na fatia dos católicos, 90% nunca tiveram outra religião.
Os evangélicos também foram consultados sobre outras igrejas evangélicas que frequentaram ao longo da vida, e 18% mencionaram a Assembleia de Deus. Em seguia aparecem Batista (13%), Universal (7%), Deus é Amor (7%), Quadrangular (6%), Congregação Cristã (4%), Presbiteriana (4%), Adventistas (3%) e Mundial do Poder de Deus (1%), entre outras com menor percentual.
O movimento de migração de religião entre os evangélicos, principalmente de origem católica, fica mais evidente quando se compara o tempo de ligação com a igreja atual. Em média, os evangélicos frequentam sua igreja atual há 12 anos (para uma idade média de 37 anos), enquanto os católicos estão ligados à sua igreja há, em média, 32 anos (eles têm, em média, 42 anos, e 11% do segmento não frequenta cultos religiosos).

45% dos evangélicos discordam de que todas as religiões têm mesmo valor
Consultados sobre o que sua religião tem de melhor, 18% dos evangélicos mencionaram espontaneamente a fé (em Deus ou Jesus), 12%, os ensinamentos da Bíblia e da igreja, 5%, a palavra de Deus, 4%, a solidariedade, união e igualdade entre as pessoas, 3%, os projetos sociais, o amor a Deus e ao próximo, 3%, os conselhos sobre vícios e condutas, e 3%, tudo, entre outros. Na parcela de católicos, 14% mencionam a fé, 9%, o livre arbítrio, liberdade e flexibilidade, 6%, os ensinamentos da Bíblia e da igreja, 5%, a solidariedade, união e igualdade entre as pessoas, e 5%, nada, o fato de ser igual às outras, não ter nada de especial, entre outras respostas menos citadas. A parcela dos que não souberam apontar o que sua religião tem de melhor fica em 14% entre os católicos, ante 4% no segmento evangélico.


De 0 a 10, a fé em Deus tem 9,9 de importância na vida dos evangélicos, e 9,8 na de católicos.

Semelhantes na avaliação da importância da fé, os dois segmentos têm visão diferente sobre as religiões em geral. Dos brasileiros que declaram ter religião, 70% concordam que "todas as religiões tem o mesmo valor porque todas levam ao mesmo Deus", sendo que 54% concordam totalmente com a frase, e 14%, em parte. Na fatia de católicos, a taxa de concordância vai a 81% (64% totalmente, e 17%, em parte), e os demais não concordam nem discordam (2%), discordam (7% totalmente, 8%, em parte) e há 1% que não opinou. Entre os evangélicos, metade (50%) concorda com a frase (sendo 36% totalmente, e 14%, em parte), 4% não concordam nem discordam e 45% discordam (31% totalmente, e 14%, em parte) e 1% não opinou.
De forma geral, os evangélicos veem um grau de afinidade menor entre os valores de outras religiões e sua crença. Para medir esse grau de afinidade, os entrevistados foram consultados se os valores de outras religiões eram totalmente iguais, na maior parte iguais, na maior parte diferentes ou totalmente diferentes do que aqueles em que eles têm fé.
O Cristianismo (identificado dessa forma, sem detalhar doutrinas específicas) é visto como aquele em que as crenças mais combinam, em geral: entre os que declaram ter religião, 60% veem valores totalmente ou na maior parte iguais, os demais identificam valores totalmente ou em parte diferentes (18%), ou não souberam opinar (22%). Na parcela de evangélicos, esses índices ficam em 58%, 23%, e 19%, respectivamente, e entre os católicos, 61%, 15% e 24%.
Candomblé e Umbanda, entre as consultadas, são as religiões em que tanto religiosos em geral quanto evangélicos em particular identificam menor afinidade de valores. No caso da primeira, por exemplo, 16% dos que declaram religião veem valores totalmente ou na maior parte iguais, 48%, totalmente ou na maior parte diferentes, e há 36% que não souberam opinar. Entre os católicos, a taxa dos que acreditam que os valores em que acreditam e os valores do candomblé são iguais fica em 18%, ante 7% entre os evangélicos. A taxa dos que veem valores diferentes, entre os católicos, é de 42%, e sobe para 62% entre os evangélicos.


Religiosos ou não, brasileiros atribuem sucessofinanceiro, primeiramente, a Deus
Entre uma série de questões sobre aspectos religiosos, a que conta com maior respaldo tanto de evangélicos quanto católicos diz respeito à criação: 98% dos evangélicos concorda, totalmente (93%) ou em parte (5%), que o homem é uma criação de Deus, que o construiu a sua imagem e semelhança; entre católicos, 94% concordam (83% totalmente, 11%, em parte). A avaliação de que "todo o sucesso financeiro da minha eu devo, em primeiro lugar, a Deus" é respaldada por 97% dos evangélicos, incluindo os que concordam totalmente com a afirmação (89%) e os que concordam em parte (7%). No segmento católico da população, 91% concordam com essa questão (78% totalmente, 13%, em parte).
A afirmação de que "aqueles que creem em Deus, quando morrerem, irão para o céu e terão uma vida eterna" tem a concordância de 87% dos evangélicos, sendo que 72% concordam totalmente com ela, e 15%, em parte. Entre os católicos, esses índices ficam em 61% e 19%, respectivamente. Com apoio similar, entre os evangélicos, está a avaliação de que "o fim do mundo está próximo e somente aqueles que acreditarem em Deus irão se salvar", com a qual 83% concordam (67% totalmente, e 16%, em parte). Na porção católica da população, 58% concordam com a afirmação, incluindo os que concordam totalmente (41%) e os que concordam em parte (16%).
Para 28% dos evangélicos, "as pessoas pobres, em geral, não tem fé em Deus, e por isso não conseguem sair dessa situação", sendo que 20% deles concordam totalmente com essa afirmação, e 8%, em parte. Entre os católicos, 15% concordam totalmente, e 7%, em parte.

Católicos e evangélicos divergem sobre a adoção por casal gay e concordam sobre crime em aborto
A maioria (71%) dos evangélicos acredita que deveria haver uma lei para quem intimidar, constranger ou agredir homossexuais, índice próximo ao verificado entre a população em geral (76%) e católicos (77%). Para 22%, não deveria haver uma lei com esse propósito, e 7% não opinaram.
Quando o assunto é a legalização da união entre pessoas do mesmo sexo, porém, a maioria (68%) dos evangélicos adota posição contrária, e 19%, a favor, além de 10% que são indiferentes e 3% que não opinaram. Na população brasileira, 44% são a favor da legalização da união de homossexuais, 42%, contra, 11%, indiferentes, e 3% não opinaram.

A adoção de crianças por um casal gay é rejeitada por 64% dos evangélicos, e 26% são a favor de que isso ocorra. Há ainda 7% de evangélicos que são indiferentes, e 3% que não opinaram. Entre os católicos, 56% são a favor de casais gays adotarem crianças, e 33% são contra. Na população brasileira, 49% são a favor, e 40%, contra.
Questionados se uma mulher que interrompe uma gravidez deveria ou não ser processada e ir para a cadeia, 64% dos evangélicos responderam positivamente, e 23% se colocaram contra essa possibilidade, além de 12% que são indiferentes. Entre os católicos, a taxa de apoio à proposta fica em 58% (com 29% contra e 14% indiferentes), e entre os brasileiros, em 56% (30% são contra, e 14%, indiferentes).
A opinião de católicos e evangélicos converge quanto à presença da religião nas escolas. Para 85% de ambos os segmentos as escolas deveriam ensinar as crianças a rezar e acreditar em Deus. Na população brasileira, 79% são a favor.

datafolha

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Líderes querem que igreja volte a ter “papel central” na Inglaterra

Líderes querem que igreja volte a ter “papel central” na InglaterraA primeira-ministra Theresa May fez um discurso recente, onde defendeu sua visão de como os ingleses devem “combater a injustiça e criar oportunidades para todos”. Durante a conferência anual da Charity Commission em Londres, May fez várias promessas e reiterou seu plano para que o Reino Unido construa uma “sociedade partilhada”.
“Isso significa que o governo não está enraizado no liberalismo onde cada pessoa faz o que bem quiser, mas sim em uma nova filosofia onde o governo toma inciativas”, explicou. Ao falar sobre problemas sociais que o Reino Unido enfrenta, disse que pretende melhorar os benefícios para aqueles que são mais necessitados.
A Aliança Evangélica elogiou o discurso e disse que a igreja deve voltar a ser referência no cuidado com os mais pobres. “Não queremos apenas pegar os cacos depois de os experimentos políticos falharem. Queremos desempenhar o papel central na hora de apesentar soluções.”
Danny Webster, porta-voz da Aliança, disse ao Christian Today que, para que possam colaborar com o governo, “as igrejas aceitam defender ideias que vão contra suas crenças”. Explica que os evangélicos querem ser reconhecidos pelo trabalho que fazem. Ressaltou ainda que “a Igreja tem um papel fundamental a desempenhar na sociedade”.
O aspecto religioso sempre fez parte do Reino Unido, uma vez que a Igreja Episcopal Anglicana continua sendo a “igreja nacional”, submissa à Rainha Elizabeth. Contudo, nas últimas décadas, o liberalismo teológico e a influência de ideais seculares diminuíram consideravelmente seu papel. Ao que parece outros grupos evangélicos decidiram tomar um posicionamento público diante do quadro atual do país.
A ascensão do islamismo em solo inglês também tem servido para que as igrejas, que foram o berço da evangelização mundial dois séculos atrás, reflitam sobre a perca de influência na sociedade e as consequências disso.
Nos últimos anos, as escolas cristãs vêm sendo obrigadas a “retirar Deus do currículo”. Ao mesmo tempo, os islâmicos vêm exigindo cada vez mais espaço para que seus ensinamentos sejam absorvidos pela sociedade inglesa, como a poligamia e a lei sharia.

gospelprime

domingo, 15 de janeiro de 2017

Número de evangélicos no Brasil não para de crescer; Confira os números do Datafolha

O crescimento dos evangélicos no Brasil continua intenso e agora, segundo levantamento realizado em todo o país pelo instituto Datafolha, o número chega a 29%, sete pontos percentuais a mais do que o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou.
A pesquisa revelada no último final de semana mostra que entre outubro de 2014 e dezembro deste ano, o número de católicos foi reduzido em pelo menos 9 milhões de fiéis, ou 6% dos brasileiros com idade maior que 16 anos.
O levantamento do instituto realizado há dois anos mostrava que 60% da população brasileira era católica – 5% a menos que o registrado pelo IBGE em 2010 -, hoje, porém, os seguidores da igreja romana somam 50% do total.
Nos últimos dois anos, o número de pessoas que dizem não seguir nenhuma religião passou de 6% para 14%. No entanto, o professor de sociologia Reginaldo Prandi, docente da Universidade de São Paulo, afirma que isso não significa que todos esses se tornaram ateus.
“Pode não ter religião hoje e ter amanhã. Ficou muito ao sabor da época da vida, dos compromissos que se quer assumir. A religião deixou de ser condição obrigatória para ser bom cidadão. Socialmente, a religião não tem mais papel nenhum”, teoriza o sociólogo em entrevista concedida ao jornal Folha de S. Paulo.
A matéria repercutiu dados do Centro Global de Estudos da Cristandade, que mostram que ao redor do mundo, os católicos crescem a taxas maiores que a população com um todo, mas em quantidades menores que os evangélicos, num movimento oposto aos dos não-religiosos, que crescem a taxas menores do que o número de pessoas que nascem a cada ano.
“O ritmo de crescimento da população total é 1,21% ao ano, o de católicos, 1,28%, o de evangélicos, 2,12% e o de pentecostais, 2,20%. As religiões independentes se expandem a taxas de 2,21% (chegando a 2,94% na Ásia). Já os sem-religião crescem 0,31% por ano, os agnósticos, 0,36%, e os ateus, 0,05%”, informa a Folha.
Por aqui, a redução percentual de católicos não é exatamente correspondente ao crescimento dos evangélicos, mas de acordo com informações do Pew Research, que se dedica a estudar os fenômenos sociais ligados à religião, metade dos brasileiros protestantes têm origem na Igreja Católica, onde foram criados.
Mesmo com todo o crescimento dos evangélicos, na Região Sudeste do Brasil houve redução no total de pessoas que se dizem ligados a igrejas dessa tradição cristã. Em agosto de 2006, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, os evangélicos somavam 51% da população, e hoje, são 43%, um recuo de oito pontos percentuais.
gospelprime

“Crer em Deus está nos genes”, afirma prêmio Nobel de Medicina

“Crer em Deus está nos genes”, afirma prêmio Nobel de MedicinaO doutor Arvid Carlsson ganhou o Prêmio Nobel de Medicina em 2000 por seus estudos sobre os neurotransmissores. Em entrevista à agência italiana ACI, ele falou sobre como a religiosidade é a forma natural de viver do ser humano.
Discorrendo sobre a capacidade da mente humana compreender o universo, o cientista explicou que “possivelmente, quando a primeira célula começou a existir já houvesse aí uma profunda ‘sabedoria’. Quando apareceu um indivíduo composto de mais células, aquela ‘sabedoria’ ainda estaria presente nos genes, mas as diferentes partes de ‘sabedoria’ se dividiram em células especializadas”.
Sua tese é que “A forma natural de viver é em uma relação com Deus, para quem reza e acredita nele”. Questionado sobre sua própria fé, afirmou não seguir nenhuma religião organizada.
Também deu a entender que o ateísmo é uma deficiência: “Eu não sou uma pessoa normal, porque não tenho esse sentimento religioso que, não obstante, considero normal. É um problema meu. Pode-se dizer que é uma forma minha de deficiência”.
Para ele, ser religioso é a norma. “Na verdade, isso faz parte de nossos genes”, afirmou. Quando foi comparar as diferentes formas de crer, foi categórico: “Devo dizer que entre as três religiões monoteístas e sua relação com a ciência, sem dúvida o cristianismo é a melhor”.
O doutor Carlsson é um dos neurocirurgiões mais importantes do mundo atual. Seus estudos contribuíram com descobrimentos fundamentais na busca de tratamentos que ajudam a enfrentar as doenças neurodegenerativas, como Parkinson ou Alzheimer.
gospelprime

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