terça-feira, 6 de dezembro de 2016

ESPECIAL III ENCONTRÃO - Parte IX a Ampulheta

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Um dos diversos instrumentos que o homem concebeu para medir o tempo foi a ampulheta. 
Também conhecido por relógio de areia, a sua invenção é atribuída a um monge de Chartres, de nome Luitprand que viveu no século VIII. 
No entanto as primeiras referências deste tipo de objeto aparecem apenas no século XIV. È formada por dois cones ocos de vidro, unidos pelo gargalo, de modo a deixar passar a areia de um para outro num determinado intervalo de tempo, através de um orifício. Para proteger o conjunto era usada uma armação de madeira ou latão. Mais tarde as ampulhetas foram feitas de uma só peça de vidro com um orifício para passagem da areia.

A areia usada nas ampulhetas podia ser branca ou vermelha, desde que fosse fina, seca e homogênea. Além de areia podia-se também utilizar cascas de ovo moídas, pó de mármore, pó de prata, e pó de estanho misturado com um pouco de chumbo. Este último, aconselhado para as ampulhetas de 24 horas. A vida a bordo era regulada por este instrumento. Existiam ampulhetas para tempos de uma, duas ou mais horas, mas as mais usadas eram as de meia hora, também conhecidas por relógio. Ao virar a ampulheta, o marinheiro tocava o sino: uma badalada às meias horas e pares de badalada correspondentes a cada quatro horas. Um par à primeira, dois à segunda, etc.

...o tempo se vai

Como segurar o tempo? Podemos evitar de deixá-lo passar?

Há uma canção de Oficina G3 que aborda poeticamente esse assunto:

"O vento toca o meu rosto me lembrando que o tempo vai com ele levando em suas asas os meus dias, desta vida passageira minhas certezas, meus conceitos, minhas virtudes, meus defeitos nada pode detê-lo... ...o tempo se vai mas algo sempre guardarei... ..o Teu amor, que um dia eu encontrei os meus sonhos, o vento não pode levar a esperança, encontrei no Teu olhar os meus sonhos, a areia não vai enterrar porque a vida recebi ao Te encontrar..."

O QUE O III ENCONTRÃO TEM A VER COM ISSO?

O pastor Ariovaldo Ramos escreveu algo sobre a finalidade de Israel no passado e da nossa missão no tempo atual.

"Israel foi formado por Deus para trazer o Cristo para dentro da história. Israel tem uma missão na história para o bem da humanidade que é trazer o Cristo. Assim como nós temos uma missão na humanidade para o bem da história, que é levar o Cristo para toda a humanidade para que a história da humanidade termine em perdição mas sim em Salvação."

No tempo presente, sábado, 3 da tarde, no Teatro João Lyra
temos um encontro marcado com canções que marcaram 
nosso passado. A entrada é franca e lá, juntos, entenderemos
melhor o que pode nos trazer Esperança para o futuro.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Oficina G3 O Tempo


Mangá Eclesiástico é lançado na Comic Con Experience

Na Comic Con Experience deste ano, realizada entre os dias 1 a 4 deste mês, foram lançados exemplares do segundo volume do Eclesiástico Mangá, saga que traz temáticas cristãs ao reduto nerd.
A produção é lançada pela editora 100% Cristão que se define, a partir de suas próprias palavras, “a única especializada no Brasil em materiais voltados à temática geek cristã, como quadrinhos, mangás e jogos”.
Eclesiástico Mangá foi escrito por Richarde Guerra, que é coordenador de Juventude da Igreja Batista da Lagoinha, pastor, evangélico professor universitário e pós-graduado em Teologia. As ilustrações, por sua vez, ficaram a cargo de Igor Cicarini, desenhista e pastor, com portfólio extenso o qual abrange, inclusive, a Marvel Comics.
Segundo a editora, a história dá continuidade à saga de um professor jovem e cético que descobre poderes sobrenaturais. Com influências do sci-fi, a obra faz várias referências à conflitos de fé de cristãos e, ainda, apresenta clima de suspense.
“Depois de compreender a existência de um mundo espiritual e as batalhas nele existentes, o Eclesiástico aceita o seu chamado e ingressa em uma batalha épica entre o bem e o mal, com inimigos que usam armas sutis para impedi-lo de realizar sua missão na Terra”, conta o enredo.
Além do novo volume, está à venda um box dedicado para colecionadores. A edição soma as duas edições do mangá, com um design específico. A disponibilidade, além da Comic Con, também é on-line, no site da 100% Cristão.

Emanuel Thales

Resultado de imagem para luzPor Jénerson Alves

Ele só tinha 02 anos e 10 meses. Parecia um dia qualquer, uma brincadeira qualquer. Porém, nos dias ‘comuns’ há grandes probabilidades de acontecerem coisas incomuns. Ou até mesmo tragédias. E foi assim no dia 29 de novembro de 2016. Enquanto brincava no hotelzinho, um móvel caiu por cima do pequeno Emanuel. Prontamente, as ‘tias’ o socorreram. Ele foi conduzido a um hospital particular de Caruaru. Os médicos e enfermeiros fizeram o possível, mas não houve possibilidade de fazer nenhum milagre. Com lágrimas nos olhos, o “doutor” deu a notícia à mãe do garotinho: “ele está morto”. Sabe-se que o significado do nome ‘Emanuel’ é ‘Deus conosco’. Hoje, o pequeno Emanuel está com Deus.

Com fibra, força e fé, a mãe enfrenta a situação. É antinatural uma mãe enterrar um filho. É sobrenatural o poder que a faz continuar a viver, apesar de tudo. E não apenas viver, mas cantar. Sim. Antes de tudo, a mãe dele tem uma voz, uma fé, um propósito. E, por meio dessa voz apresenta sua fé e revela propósitos sacrossantos a pessoas.

Há uma música que talvez expresse bem o sentimento pelo qual ela está passando. O título é ‘Desenho na geladeira’, interpretada pela cantora Sonete. Na primeira estrofe da canção, é dito que lágrimas vêm aos olhos dos pais ao enxergar o desenho do filhinho que acabaram de perder, preso à geladeira com ímãs de estrelas. No decorrer da música, são feitas as seguintes exclamações 

“Que saudade das mãozinhas
Que desenharam tal lembrança!
Que saudade dos olhinhos
Que brilhavam ao ouvir da esperança!”. 

É muito semelhante a uma postagem da mãe do Emanuel, em uma rede social: “SAUDADES, cada brinquedinho,o travesseiro...as fraldinhas que ele dormia (...) Muita dor!”

Em momentos como este, quando a vida exibe a tela do imponderável, eu não encontro outra alternativa, a não ser parar na curva do silêncio. Longe de mim está querer arrazoar sobre causas existenciais, filosóficas ou teológicas. O que me resta é me sensibilizar com o sofrimento, chorando com quem chora (mesmo de longe). Simultaneamente, quedo-me em oração e rogo ao Pai que faça brotar esperança em meio ao deserto. Que cada pingo de lágrima caído no solo regue o jardim da existência desta mulher de fibra, que conhece o caráter do Celeste Autor.

Continuo ouvindo a canção da Sonete. Ela fala sobre uma esperança que cresce ao longo do tempo. O choro retratado na primeira estrofe dá lugar a um outro cenário, de agradecimento. 

“Obrigado pelas mãozinhas
Que desenharam tal lembrança,
Obrigado pelos olhinhos
Que brilhavam ao ouvir da esperança
De um Jesus voltará
Pra acabar com toda a dor
E queridos reunirá
Com seus braços de amor”.

Também esse trecho me faz lembrar de outra postagem da mãe, na qual ela declara: 
Apesar de toda tristeza, Deus está comigo, e ele nunca irá me abandonar! Seus planos são Perfeitos e Agradáveis. Emanuel está com Ele!”Parte superior do formulário

Os médicos não conseguiram realizar o milagre de ‘salvar’ a vida do Emanuel. No entanto, um milagre ainda maior acontece: a mãe manter a fé viva, mesmo sem ter havido condições de recuperação. Acredito, do mais profundo do meu coração, que outro milagre, imensamente maior, ainda acontecerá: o milagre da ressurreição. Quem o garantiu foi o homem que veio à Terra com a missão de revelar Deus aos homens e aos anjos. Um dia, o arcanjo soará a trombeta, a lei do Céu será instaurada, a mãe abraçará seu filho e nunca mais a morte os separará.

Força, Andrea! 

Força a toda a família!

III Encontrão Presentia


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